Resenhas 2017-09-08T19:03:06+00:00

A Bruxa

Estou um pouco aturdido com uns posts um pouco mais ambiciosos mas, hoje vi A Bruxa (The Witch) lançado no ano passado, cuja ampla aparição em sites de cinema e nas poucas redes sociais que frequento chamou a atenção. Mas já devia ter aprendido que relações públicas e um bom trailer não é sinônimo de um bom filme. (spoilers abaixo!) […]

The Informer

Post dessa semana é um filme do mestre John Ford: “The Informer”, de 1935. Eu não esperava muito desse filme, sendo que raramente é citada como uma obra-prima de Ford… Mas acho que é uma peça essencial de sua Opus (e uma obra-prima). (spoilers ahead) […]

Tetralogia do Poder

Aleksandr Sokurov inadvertidamente realizou uma Tetralogia composta dos filmes Moloch, Taurus (Telets), O Sol (Solntse) e Fausto. O tema em questão é tão sedutor para a reflexão quanto como próprio objeto: Poder. (Cuidado: Spoilers) […]

Interstellar

Spoilers ahead! Vou começar dizendo que Interstellar é um baita filme e me arrependo muito de não ter ido vê-lo no I-Max… Porém, como um bom filme do Christopher Nolan… […]

Fausto(s)

Me propus a um desafio um tanto complicado. Quis assistir 3 versões de Fausto e escrever sobre elas. Murnau, Svankmajer e Sokurov em um único post é um tanto difícil! Ainda mais porque o Fausto já é (acho) complicado na própria literatura. Conheço a versão de Goethe. Para escrever esse post achei que era minha obrigação ler a de Marlowe por ser considerada a primeira… então eu a li também. […]

Boyhood

Boyhood é… simples. Mostra o crescimento de Mason e sua família, seu entorno, a sociedade, seus amigos, os Estados Unidos, e de uma maneira, o mundo… (spoilers ahead) […]

Maps to the Stars

Maps to the Stars is a thinker. Acredito que muitos possam rejeitar o filme de cara e dizer que é uma merda pois ele é um filme ligeiramente fora da curva. Não acredito que seja um filme excelente, nem mesmo um filme muito bom. Como é dirigido pelo Cronenberg, temos a tendência a dizer que deve ser bom, sem mesmo tê-lo visto. Pessoalmente tenho uma atitude diferente mas parecida: acho que se é do Cronenberg, vale a pena ver e refletir sobre. (até escrever algo sobre!) […]

Kárhozat (Damnation)

Kárhozat (Damnation) é um filmaço. Dirigido por Bela Tarr (um diretor que sempre esteve na minha mira desde que vi The Man From London) o filme é… (não me ocorre nenhum elogio que não soe bobo mas)… o filme é genial. Se eu me atrevesse a chutar quais diretores que o influenciaram eu diria Tarkovski, Bergman e Bresson. O filme tem elementos bem típicos de cada. […]

Gone Girl

Gone Girl (Garota Exemplar) é, segundo alguns críticos, um dos filmes favoritos de 2014. Eu estou, no momento em que escrevo essa resenha, em cima do muro. Espero que escrever sobre o filme aclare um pouco para mim mesmo o que o filme significa. Recomendo essa leitura apenas a quem se interessa por cinema e suas expressões. (e, mais importante ainda, para quem já viu o filme – Contém spoilers.) […]

Morte em Veneza

Há uma semana atrás terminei de ler Morte em Veneza do Thomas Mann. Eu gostaria de apresentar aqui uma reflexão sobre o livro, mas a verdade é que a leitura não me atingiu as profundezas. (fora as reflexões do capítulo 2 com certeza me pegaram em cheio…) Porém, como reles mortal, para mim foi uma leitura boa e desfrutei da companhia de Gustav, Mann, Tadzio e Veneza nos dias que o li. Mas vamos ao filme! (Contém spoilers) […]

The Virgin Spring

Páscoa! Na quinta-feira e sexta-feira santas vi Through a Glass Darkly, The Virgin Spring e Winter Light, do saudoso mestre Ingmar Bergman. Por acaso, sem eu o saber, claro, para a minha surpresa, os 3 filmes se passam nos dias da Paixão. (que coincidência?) […]

Spring Breakers, 13 Assassins, Hannah Arendt e One Flew Over The Cuckoo’s Nest

Inauguro essa “Categoria” do blog, que leva o titulo do site (Café e Cinema), para ser um espaço livre para pensar, comentar, criticar, analizar e associar idéias sobre o cinema e, consequentemente, a vida. Desejo informar que esse post contém Bons Spoilers e que cai dentro do rubro “Informal”, porque, como disse acima, é um espaço livre. […]